
Neste ultimo Sábado, 13 de julho, assisiti ao filme francês “La Vie en Rose”, em cartaz desde a ultima semana de junho e atualmente em cartaz em várias salas de cinemas em Miami, Fort Lauderdale e Palm Beach.
O filme conta a vida da célebre e lendária cantora Edith Piaf, que para quem não a conhece, saiba, foi e continua sendo uma das maiores cantoras populares da história da França e nos anos 50 tornou-se uma das vozes mais cultuadas no mundo ocidental. Edith morreu em 1963. Durante minha infancia nos anos 60 e tambem na minha adolescência era muito comum, no Brasil, se ouvir falar dela. O trabalho dela teve grande impacto e influência em várias partes do mundo. No Brasil por exemplo, Bibi Ferreira no teatro e Maria Bethania na musica foram artistas que sempre trabalharam o repertório e a memória da cantora francesa. Cabe ressaltar que a musica de Edith Piaf é um tipo de música que hoje se pode classificar como musica popular de qualidade, que é um tipo de canção lirica que aceita influencia do jazz e não do rock e que invariavelmnte fala sobre o amor e personagens cotidianos, e no caso de Edith com cores carregadas em dramaticidade, que caia muito bem naquela era do existencialismo frances que de certa forma é tio da contracultura. Entre seus sucesos sem duvida “La Vie en Rose” é uma das canções mais conhecidas e regravadas. Há tambem outras como “Jezebel”, “Non, Je Ne Regret Nien” e “L’acordienoiste” que são sempre lembradas.
O filme lançado este ano nos Estados Unidos foi dirigido e escrito por Olivier Dahan, diretor frances de pequeno conjunto de obra, este é o seu quarto filme, mas de grande talento. O filme de Dahan tem muitos méritos. Seu “La Vie en Rose” se trata de um filme de boa cinematografia e de um alto grau de emotividade. A biografia trágica da cantora é tratada com esmero e, enquanto o filme se desenrola vai de forma contundente em fotografia, interpretação de atriz exuberante e musica crescendo e envolvendo o espectador.
A atriz Marion Cottilard dá um show a parte nesta pelicula. É uma interpretação unica e impar. Do tipo que voce chega a acreditar que se inventaram o Oscar de melhor atriz é pra uma atriz como esta, neste filme.
Tudo funciona no filme de Olivier Dahan. Até a narração discontinua, isto é, não seguindo sempre a ordem cronológica dos fatos da vida da cantora tem um resultado positivo e interessante na desfecho e conclusão do filme que conta de forma apaixonante a vida desta cantora boemia que diz a lenda nasceu na rua, cresceu num bordel, trouxe a musica de rua para os palcos de Paris e depois para o mundo ocidental e morreu jovem, aos 49 corroida pela.....bem, não vou contar, veja o filme.
Paul Constantinides
7 comments:
Querido Paul
Gostei muito da sua cronica.
Confesso que por ignorancia minha fui assistir ao filme sem saber quem era Edith Piaf.
Adorei o filme e penso que a atriz realmente merece ganhar algum prêmio como um Oscar, e o filme tambem.
Até a próxima
a Maga P.
Assisti ao filme por causa deste seu blog que uma amiga minha me disse pra ler. Porcaria tudo, o filme e tudo o que voce falou. Filme chato e ainda por cima francês. Escreva sobre filmes de ação é bem melhor.
Paul,
Seria melhor não ter lido o comentário acima....rs
Grande Edith Piaf. "La môme Piaf"
Mulher de grandes amores e grandes sofrimentos....
La vie en Rose é umas das mais lindas canções que conheço.
Parabéns pelo brilhante texto.
Abraço afetuoso de sua fã
Edna Medici
Paul,
Seria melhor não ter lido o comentário acima....rs
Grande Edith Piaf..."la môme Piaf"
La vie em rose é umas das canções mais lindas que conheço.
Parabéns pelo brilhante texto.
Abraço afetuoso de sua fã
Edna Medici
eu j� vi dezenas de filmes sobre Piaf e gosto sempre, pois sou admiradora dela.
N�o ligue aos coment�rios a�. demontram ignor�ncia e falta de sensibilidade.
vou linkar-te no meu blogue.
vc conhece este site? eu de vez em quando, ou�o a Piaf aqui
http://www.malhanga.com/musicafrancesa/index.html
Entretanto vou-te linkar!
J�lia
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